terça-feira, 5 de maio de 2009

Alguns olhares de um final de semana bem Paulista...

E no sábado, lá pelas 14 hrs, estávamos passando pelo novo cartão postal da cidade: A ponte Estaiada!




(da janela do carro, vejo contrastes e cores)


Chegando na Pça Benedito Calixto, um calor ameno...céu azuul...

E uma vastidão de objetos com significados distantes...














Meu olhar viaja por épocas, fragmentos, idades, nostalgia...




E há sempre um simpático cão a sorrir enquanto mostra a língua

Pra colorir o céu outrora azuul, a despedida diária solar alaranjada e cítrica... Mesmo o Rio Pinheiros fica belo emoldurado por essas cores...


No Domingo, show dos Novos Baianos, às 15 hrs, no centro!


E tava eu em meio à muvuca, ouvindos esses novelhos baianos...E vendo as moças fazendo graça penduradas pelo guindaste!

E o menino Theo aproveitou a canção e ninou...



Que beleza esses paulistas!



Eu também queria subir na árvore!Daria uma foto ótima!



Os apaixonados aproveitam os sons românticos!

Outros aventuram-se ! Pendurados pelo guindaste, divertem-se e despertam a inveja do público que queria subir lá!!!



E tava cheio hein? Só os braços do Pablo T Sola para tirarem essa foto !

E do meu ponto de vista...



Cãozinho e sua dona contemplam a multidão no show da varanda...




E eu particularmente, precisaria de muita coragem para dormir nesse hotel:


Andar no centro de Sampa é bem assim: você olha pra cima e só vê um pedaço de céu no meio dos arranha-céus

E a Igreja Sta Ifigênia:

Os casais adoram passear no centro:

Eu adoro essa desordem arquitetônica de São Paulo!

Mosteiro São Bento, sempre quis tirar foto, mas só deu pra tirar essa:


E voltamos para casa!Correndo pra debaixo das cobertas!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Um lugar chamado Sengés

Onde fica Sengés? Clique aqui para saber
















Foi neste local que a fotógrafa Ezyê, quem vos escreve, veio dar as caras para o mundo.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Siga a luz...


Veja mais: http://picasaweb.google.com/ezyemoleda/CaixaDeLuzSuspensa#

Se possível, comentários são sempre bem vindos!Críticas, sugestões, reflexões, o que vier!

Atenciosamente,

Um ser solitário

Para sempre noites estreladas preenchendo escuridão

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Ezyê - o quê? Ezyê - ãhn?

E então de tanto me perguntarem em todos os lugares, de onde havia saído o meu nome, apesar de minha mãe ter inventado ele da forma atípica como é escrito: êZêÝpslonÊ eu resolvi fazer uma pesquisa estratégica: e fiquei estática pois encontrei uma língua e nela tem meu nome, querendo dizer algo, mas não consegui achar a tradução ou sequer a menção de que língua é essa, o texte que encontrei está abaixo:


"Dîlberam dîlber ezyê te me
Zaxo fikrê dildare te me
Ez ne xerîbîm pismamê te me
Ne dûrim nêzim cîrane te me
Bibejî nebêjî mêvane te me


Dîlberam dîlber çûne ber avê
Kunc veca şûştim raxist li ber tavê
Ramusaneke xêra dê û bavê
Dîlberam dîlber ezyê te me
Bibejî nebêjî mêvane te me


Dîlberam dîlber ser kanîye te
Bêhna gûl û rehane jêra te
Çavê min pê ket dilê min ketê
Dîlberam dîlber ezyê te me
Bibejî nebêjî mêvane te me"


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Fotografias de Ezyê Moleda

Todas as imagens desse blog são de propriedade absoluta da autora e estão protegidas pela Lei de nº 9.610, de 10/02/1998, Lei de Direitos Autorais

Salão do Tribunal de Justiça



Sala São Paulo

Porta


Abre essa porta, que direito você tem de me privar desses castelo que eu construí pra te guardar de todo o mal, desse universo que eu desenhei pra nós, pra nós...

(Masrcelo Camelo)

CCBC

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O rompe-se o lacre. E faz-se vôo livre.












um escuro
calor e sons
estou envolto

o lacre se quebra
o alimento me é cedido
pouco vejo e
um dia caio
tento tento
bato
batem
subo e caio
subo mais e tento mais

subo e sigo
vejo e sinto
eu e a imensidão








No auge de um pôr-do-sol muito belo

um estrondo

um tiro

o escuro...

a queda

a morte (?)

a caça (!)









acordo...

as grades

a prisão

as saudades da imensidão





meu triste canto
num triste canto frio
um imenso vazio...
o bater de asas foi um sonho?
um sonho que não durou?





os dias passam
as folhas caem
outros me chamam, clamam
em liberdade
entristeço-me
e só me resta o meu cantar...
as flores nascem e os dias passam
as pessoas falam, passam
LIBERTE-ME
grito
grito pela liberdade
os dias passam mais longos...
minhas asas, pra que servem?
cantos tristes e solitários
são tudo o que tenho agora






[...]






mas um dia

num dia como os outros na prisão

vem uma criança risonha de coração

e cautelosamente cuidadosa

abre essa pequenina porta

e sai correndo vibrante e saltitante

provoca-me

será um sonho?

vou trêmulo até a porta

olho para cima e vejo toda a imensidão azul

minhas asas ...

podem elas ainda?

tentar?

antes que fechem a porta...desespero

arde

bato





batem?
tremo

batem e batem
respiro , esforço
eis que sou recompensado

e logo me acalmo

ao ver o chão ficando longe
e o céu chegando...
o sentir os ares passando pelas asas,
a imensidão me tocando...












mergulho no ar

e me embriago em liberdade!

o sonho é a realidade!
não há mais tristeza não
apenas imensidão










sexta-feira, 28 de setembro de 2007

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