terça-feira, 6 de setembro de 2016

foi tanta coisa, mas foi tão pouco...
paro aqui em meio a todas as coisas inadiáveis que preciso fazer e lembro do teu cheiro...e sinto a tua falta... faltou...
não deu tempo.
não tivemos tempo... nem tivemos nem teremos, simplesmente não era pra ser. Vou me conformar com esse fim reticente, sem se esgotar. Como a morte que vem e não pede licença.

mesmo assim, ficou
ficou um pouco de vc pelos poucos caminhos que percorremos...e esse pouco vem como alucinação engrandecida, quando por lá passo sozinha...e vem teu sorriso...e vem aquele olhar desconfiado, de interessado, aquela cena que dura menos de um segundo...
ai a vida e esses segundos, que nos acompanham por anos, como lembranças reluzentes de um passado que se faz presente, por causa da ausência.
A tua ausência está cheia de você, e a tua lembrança neste momento é como um sonho que tento lembrar e não consigo. A tua lembramça parece mentira.
por todos os lados essa ausência me move, me faz correr em direção à tua aquilo que não me lembre você, à tudo aquilo que já existia, à tudo aquilo que possa nunca mais me lembrar de você.
E assim espero que eu nunca mais te veja.

Preciso aprender

Eu preciso aprender! Aceitação!Resignação!

A resignação, ou ainda aceitação, na espiritualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente se refere a experienciar uma situação sem a intenção de mudá-la. A aceitação não exige que a mudança seja possível ou mesmo concebível, nem necessita que a situação seja desejada ou aprovada por aqueles que a aceitam. De fato, a resignação é freqüentemente aconselhada quando uma situação é tanto ruim quanto imutável, ou quando a mudança só é possível a um grande preço ou risco. Aceitação pode implicar apenas uma falta de tentativas comportamentais visíveis para mudar, mas a palavra também é utilizada mais especificamente para um sentimento ou um estado emocional ou cognitivo teórico. Então, alguém pode decidir não agir contra uma situação e ainda assim não ter se aceitado-a.
A aceitação é contrastada com a resistência, mas esse termo tem fortes conotações políticas e psicoanalítica que não são aplicáveis em muitos contextos. Às vezes, a aceitação é usada com noções de espontaneidade: "Mesmo se uma situação indesejável da qual não poderei escapar ocorrer comigo, eu ainda posso espontaneamente escolher aceitá-la."
Por grupos ou por indivíduos, a aceitação pode ser de vários eventos e condições no mundo; as pessoas também podem aceitar elementos de seus próprios pensamentos, sentimentos ou passados. Por exemplo, o tratamento psicoterapeutico de uma pessoa com depressão ou ansiedade poderia envolver a aceitação das circunstâncias pessoais que geraram aqueles sentimentos, sejam elas quais forem, ou pelos sentimentos em si. (A psicoterapia também poderia envolver a diminuição da resignação de uma pessoa em relação a várias situações.)
Noções de aceitação são proeminentes em muitas fés e práticas de meditação. Por exemplo, a primeira nobre verdade do Budismo, "a vida é sofrimento", convida as pessoas a aceitarem que o sofrimento é uma parte natural da vida.
Minorias na sociedade freqüentemente descrevem seu objetivo como "aceitação", onde a maioria não contestará a participação efetiva da minoria na sociedade. Diz-se que uma maioria é (na melhor das hipóteses) "tolerante" com as minorias quando ela restringe sua participação a certos aspectos da sociedade.

a cidade onde a gente se perde tanto pra se encontrar

mas a gente se encontra
acaba se identificando
se mesclando
camuflando



Esse blog tá pra mudar de nome. De eu paro e reparo pra eu piro e inspiro!
Porque, percebo, não tenho postado fotos. Escrevo reflexões despretensiosas, desabafos, fico pirando...
Eu paro e reparo pra poder pirar e me inspirar.
Reparo contemplante o mundo ao meu redor que me inspira e me faz pirar!
Expansão é piração. Expansão é abertura sempre aumentando. Preciso expandir! Transcender os limites